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MARÇO E O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES: Saiba como foi o Ciclo de Atividades - Assojubs/Sintrajus

8 de março simboliza, em todo mundo, a resistência e a luta histórica das mulheres por igualdade, pela garantia de direitos e contra toda forma de opressão, machismo e violência. E para lembrar as referências da data, fomentar a troca de ideias e reflexões, a Assojubs e o Sintrajus promoveram durante o mês o Ciclo de Atividades - Dia Internacional das Mulheres, com dinâmicas realizadas nos dias 16 e 23.


CICLO DE ATIVIDADES - DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES COM DINÂMICAS DIAS 16 E 23 DE MARÇO

Oficina Ritual das Bruxas

Em 16 de março, o Ciclo de Atividades - Dia Internacional das Mulheres teve a Oficina Ritual das Bruxas com a convidada Dida das Marias, que é antropóloga, doutora em Ciências Sociais, integrante da Coordenação das Promotoras Legais Populares em Santos e militante do Coletivo Feminista Maria Vai Com As Outras.


Realizada de forma presencial, a Oficina desenvolveu exercícios entre as participantes que retomaram suas memórias e estimularam a conexão com questões históricas, políticas e econômicas da sociedade, uma regressão que chegou ao período da Inquisição e veio caminhando para os dias atuais.


EM 16/3 TEVE A OFICINA RITUAL DAS BRUXAS COM DIDA DAS MARIAS

A vivência abordou a opressão ao corpo feminino, tanto no passado quanto no presente, e como o sistema patriarcal contribuiu, e até hoje se manifesta, para a inferiorização das mulheres.


Mulheres, Corpo e Capitalismo Já em 23 de março, de forma híbrida (presencial e virtual), o Ciclo de Atividades - Dia Internacional das Mulheres teve uma Roda de Conversa sobre Mulheres, Corpo e Capitalismo com a convidada Aila Fernanda dos Santos, que é assistente social, mestra em Serviço Social e Políticas Sociais, doutoranda em Serviço Social, pesquisadora em relação à Resistência de Mulheres e Proibicionismo e militante feminista no PSOL.


O debate apresentou um retrospecto histórico ao falar da transição do feudalismo para o capitalismo e o quanto a instituição de um novo sistema econômico foi o pilar da exploração e dominação dos corpos das mulheres, que passaram a servir como reprodutoras da força de trabalho, ficando destinadas a procriar, cuidar dos filhos e da casa, distanciadas do trabalho remunerado e delimitadas aos serviços domésticos.


EM 23/3 TEVE A RODA DE CONVERSA SOBRE MULHERES CORPO E CAPITALISMO

Atualmente, ainda que mudanças tenham ocorrido, as mulheres continuam sendo responsabilizadas pela criação dos filhos, subjugadas, expostas à violência e submissão, com remuneração inferior à dos homens em termos profissionais e culpabilizadas por sua vulnerabilidade. Aspectos de raça e classe social acentuam essa desigualdade de gênero, predominantemente masculina quando se trata de Estado e poder.


O que fazer? A resistência foi e ainda é o meio para avançar no propósito de uma sociedade mais justa e igualitária, que busca diminuir essas distorções. E o desafio é unificar as lutas para a construção de novas relações e paradigmas sociais.


A CONVIDADA AILA FERNANDA DOS SANTOS CONDUZIU O DEBATE

Diante da produtiva troca de ideia, Aila Fernanda propôs que um documento com as reflexões e ponderações seja elaborado e divulgado nos domínios da Assojubs e Sintrajus, redes sociais e grupos de mensagens da associação e do sindicato.


Antes da Roda de Conversa, e também ao final, um coquetel foi servido aos/as participantes.


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